Blupet
Olá visitante, faça login para participar:
Pergunta em aberto

Vocês, Meus Queridos, sabem algo a respeito da Atrofia Progressiva da Retina? Caso afirmativo, comentem, por gentileza.

238 visualizações

Respostas


Assim como nós, os cães e gatos também estão sujeitos a doenças oftálmicas, tais como conjuntivites, úlceras de córnea, catarata, cegueira, uveíte, exoftalmia estrabismo, entre outras. Essas doenças, quando não diagnosticadas e não tratadas, podem deixar o seu bichinho cego.
O que é a Atrofia Progressiva da Retina?
De origem hereditária, a Atrofia Progressiva de Retina (APR) é uma das principais causas de cegueira em cães.

Uma das principais causas de cegueira em algumas raças de cães, a Atrofia Progressiva da Retina, também é conhecida como APR ou Degeneração Retiniana.
A retina é o local onde se forma a imagem ou visão que é traduzida pelo cérebro. A atrofia da retina é a perda da função de alguns componentes dos tecidos que formam a retina e, desta forma, comprometem seu funcionamento.
A APR é, na maioria das vezes, bilateral, ou seja, ocorre nos dois olhos. Não apresenta predisposição sexual, podendo ser diagnosticada em machos e fêmeas.
Trata-se de uma doença hereditária, que é transmitida de pais para filhos, e, embora possa acometer qualquer cão, algumas raças, listadas a seguir, estão mais predispostas:
Labrador.
Old English Sheepdog.
Border Collie.
Pastor de Shetland.
Cocker Spaniel.
Schnauzer miniatura.
Akita.
Samoieda.

Pena que não conseguimos despertar o interesse de nossos comuns.

Vamos esperar que ninguém necessite desta resposta...

E esperar, também, que a curiosidade de nossos comuns chegue e entendam a respeito desta grave doença...

Olá..

A Degeneração Progressiva da Retina ou Atrofia Progressiva da Retina é uma doença que afeta as células da retina causando a cegueira do cão. Em algumas raças, a origem da cegueira é dada por desenvolvimento anormal da retina, chamado de displasia da retina. A Atrofia Progressiva da Retina (PRA) é um processo lento de degeneração do tecido retinal, de fundo genético, transmitido por genes recessivos. Por isso, em diversos países as entidades de raças exigem que os futuros reprodutores sejam avaliados e os que possuem os genes para a PRA sejam esterelizados, como forma de diminuir a incidência do problema.
A PRA pode acometer qualquer cão, independente da raça, mas algumas raças têm apresentado maior propensão para o seu desenvolvimento, entre elas, o Poodle, o Setter Irlandês, o Labrador, o Akita, Collie, Dachshund, Samoieda, Cocker Spaniel, Schnauzer Miniatura e Golden Retriever. Outro fator importante e determinado pela raça do cão é a idade em que o processo aparece.
A PRA é uma doença que não causa ‘dor’ ao animal, e não provoca manifestações externas como vermelhidão ou aumento da produção de lágrimas. Por isso mesmo, a maioria dos donos de cães não nota nenhuma das etapas da evolução da doença.
Eventualmente, alguns podem notar um brilho anormal que dos olhos de seu cão, causados pela dilatação da pupila, que deixa de reagir de forma rápida aos estímulos.
Os primeiros sinais da PRA incluem dificuldades de visão noturna, o que pode causar muitos transtornos ao cão, que pode ‘perder-se’ na própria casa quando as luzes são apagadas. A PRA atinge normalmente primeiro os bastonetes e depois os cones, ou seja, os cães começam a apresentar dificuldades para estabelecer a visão dos contrastes e das diferenças de intensidade da luz.
A PRA não tem tratamento, embora existam estudos que sugiram o uso de terapias com vitaminas, assim como o utilizado por seres humanos portadores de retinite pigmentosa.
Imagem rodapé

© 2013 Sopa Team

Voltar ao topo