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Pergunta em aberto

Com suas palavras comentem, prezados, a respeito da raça St. John’s Water Dog

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Respostas


Bem, fiz uma pergunta sobre este cão! Aí vai minha resposta:

Era uma raça retriever da ilha de Terra Nova, Canadá. Essa raça tinha grandes semelhanças com o Labrador, tanto fisicamente quanto geneticamente. A raça entrou em extinção nos anos 80. Também é conhecido como Cão de água de São João ou Cão de São João. Eram de tamanho médio, forte e corpulento. Eles tinham manchas brancas características sobre o tórax, queixo, pés e focinho.
Os últimos dois cães de São João conhecidos foram fotografados no início de 1980 (na velhice). Tendo sobrevivido em uma "área muito remota", ambos eram do sexo masculino, trazendo o cão de São João de água ao fim.

O que eu sei era uma raça de retriever da ilha de terra nova, e muito bonito por sinal, amei quando vi

O Retriever do Labrador é originário de Newfoundland ou Terra Nova, região inóspita e fria situada na costa oriental do Canadá. Apesar da sua origem ser ainda hoje um mistério, foram encontrados vestígios arqueológicos que indiciam a existência de dois tipos de cães naquela região: um de porte robusto com pelagem longa e outro mais pequeno e com a pelagem mais curta.
A versão que reúne maior consenso, explica que estes cães eram, respectivamente, o Greater Newfoundland e o Lesser Newfoundland (este último também conhecido como St. John's Water Dog) e existiam na costa canadense por volta do séc. XVIII. Pensa-se que Greater Newfoundland era utilizado para auxiliar os pescadores no arrasto de redes e que o Lesser Newfoundland se havia afirmado um vigoroso cobrador de peixes e um incansável nadador, que por vezes ajudava na orientação dada às linhas de pesca.
Estes dois cães tornaram-se cada vez mais populares entre os pescadores, já que a sua resistência física parecia não ter propriamente um limite. Conta-se que o Lesser Newfoundland trabalhava longas horas dentro da água fria e, no final do dia, ainda tinha energia para alegrar a casa com a sua boa disposição.
No séc. XIX, este cão chega à Grã-Bretanha, onde rapidamente adquire prestígio e conquista o interesse de muitos criadores que descobrem a sua natureza de Retriever: Vêem-no actuar em parceria com o dono, esperando que este dispare contra a ave para, em seguida, a trazer com grande rapidez. Os obstáculos que lhe possam aparecer não constituem grande problema, pois seja em terra ou na água, ele traz sempre a presa consigo.
Tais atributos devem igualmente ter sido reconhecidos pelo Conde de Malmesbury, que rendido à beleza desta estirpe, começa a adquirir exemplares por forma a desenvolver um programa de criação que se pretendia protector da pureza original desta linhagem.
Porém, engane-se quem o julga nesta altura aparentemente dotado com todas as condições ideais (físicas e psicológicas) para prosperar no mundo da cinofilia. Na verdade, são precisamente estes atributos que, cobiçados por muitos criadores, vão despontar o interesse nos cruzamentos, a dada altura efectuados de tal forma arbitrária, que a raça roçou o perigo de extinção. A recuperação desta estirpe é atribuída a Earl Malmesbury e ao Duque de Buccleuch que, no final deste século, se empenharam na criação destes cães, tendo surgido as variantes cor de fígado e amarelo.
Em 1903, o Kennel Club inglês reconhece oficialmente esta estirpe. No início, apenas os cães de pelagem preta eram considerados puros. Tal foi, obviamente, sendo superado: a segunda cor a ser permitida foi o amarelo (após a criação do Clube do Labrador Amarelo) e, por último, a cor fígado ou chocolate também foi admitida pelo Kennel Club, mas actualmente é algo rara.
No início do séc. XX, despontaram na Grã-Bretanha aqueles que viriam a ser os principais pólos de criação desta estirpe e que “nos ofereceram” os primeiros campeões. Neste período, o Labrador chegou aos EUA e obteve a certificação do Kennel Club americano, em 1917.
No entanto, as duas Guerras Mundiais abateram o ritmo saudável do seu desenvolvimento, que só foi recuperado após 1945. Presentemente, a sua popularidade é um facto inquestionável no mundo cinófilo: multifacetado por natureza, o Labrador é um cão de tiro de primeira classe, um desportista incansável, um doce companheiro da família e um fiel cão-guia de cegos. Brilha no ringue de exposições internacionais, no qual é aplaudido pelo sucesso que obtém nas competições.
Fonte: http://arcadenoe.sapo.pt/raca/retriever_do_labrador/34

História da Raça Golden Retriever

Fontes históricas afirmam que as raízes da raça Golden Retriever são britânicas, surgindo, especificadamente, nos planaltos da Escócia. Acredita-se, inclusive, que o nome responsável pelo desenvolvimento da raça foi Sir Dudley Marjoriebanks.
Sir Marjoriebanks, por volta da década de 60 do século XIX, adquiriu um filhote Wavy-Coated Retriever nas redondezas da cidade de Brighton, ao sul da Inglaterra. Seu nome era Nous e possuía pelagem ondulada e amarela. Nous era o único amarelo dentre uma ninhada de cães pretos.
Posteriormente, Dudley foi condecorado com o posto de primeiro Lord Tweedmouth, passando a ser assim reconhecido. Tweedmouth, portanto, possuía outros cães em sua propriedade na Escócia, conhecida por Casa Guisachan. Logo, o pequeno Nous para lá foi levado.
Mais ou menos três anos mais tarde, veio a primeira ninhada de Nous com Belle, uma Tweed Water Spaniel – raça já extinta atualmente -, da qual resultou quatro fêmeas amarelas: Ada, Primrose, Crocus e Cowslip, iniciando, assim, a linha de Retrievers amarelos. Em 1971 o cruzamento entre Nous e Belle se repetiu, dando origem a novos filhotes.
Lord Tweedmouth desejava excelência em seus cães; destinados principalmente a buscar o animal abatido na caça, adequados ao clima escocês e com aptidão ao terreno da região. Desta forma, uma seqüência de cruzamentos aconteceu entre os filhos de Nous e Belle com Retrievers Wavy-Coated (pêlo ondulado), Flat-Coated (pêlo liso), outro Tweed Water Spaniel, e também com um Setter vermelho. Por décadas Tweedmouth trabalhou na linhagem descendente de Cowslip.
Após tantas combinações, Tweedmouth continuou com os filhotes amarelos, no intuito de continuar com a linhagem de Retrievers amarelos. Não obstante, alguns eram doados a conhecidos e familiares, sendo usados, principalmente, por senhores durante a caça. A característica de trabalho dessa linhagem logo se destacou.
Mais adiante, alguns Golden Retrievers, como se tornou conhecida a raça, apareceram pela primeira vez em exposições por volta de 1906, exibidos sob o nome Retriever Wavy ou Flat Coated, na classe “qualquer cor”.
Em 1911 a raça foi oficialmente reconhecida pelo The Kennel Club como Retriever Yellow ou Golden e, nove anos mais tarde, finalmente como Retriever Golden. No ano de 1925 um Golden participou de exibições na França.
Seqüencialmente, o American Kennel Club registrou o primeiro exemplar da raça, antes intitulada como Retriever, variando apenas devido algumas anotações quanto à cor. Já nas décadas de 30 e 40 a raça espalhou-se pelo mundo, com grande popularização nos Estados Unidos, tornando-se hoje uma das raças mais queridas e conhecidas no planeta.
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