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Pergunta respondida

Meus Queridos, falem a respeito do Mau Egipcio

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Respostas


O Mau Egípcio é uma raça de gato que descende de animais originários do Antigo Egipto, que eram considerados semi-deuses em virtude da veneração à deusa Bastet. Podem ser vistos em papiros e construções egípcias anteriores a 1000 a.C.

A princesa Troubetzkoï levou exemplares para a Europa e a raça foi desenvolvida nos Estados Unidos a partir desses exemplares europeus.

Essa raça foi relativamente extinta, no entanto, têm sido feitos cruzamentos na Europa para se criarem gatos que apresentem os padrões existentes nessa antiga raça. Esta linhagem baseou-se originalmente em gatos rajados produzidos durante a criação dos Siameses Tabby Point.

É um gato doméstico de temperamento calmo. Esperto e dedicado, possui laços afectivos extremamente fortes com os seus donos.

O seu aspecto é perfeitamente balanceado entre esbelto e roliço. A sua cabeça triangular é levemente arredondada. O focinho não é pontudo e os seus olhos são oblíquos, de formato oval, geralmente de cor verde.

Existem três cores, tendo exemplares prata, bronze e preto fosco. A cor principal é composta de pelos listrados com pontas pretas. Pelo menos duas listras devem ser visíveis em cada pelo. A coloração preta pode modificar para um marrom claro se o gato for exposto ao sol forte por muito tempo. Todas as pigmentações possuem a usual padronagem malhada associada aos tabbies. As próprias manchas devem ser claramente definidas. As malhas são redondas e distribuídas de modo uniforme por todo o corpo do gato. Há também os chamados "botões de colete" no peito e barriga. Em filhotes recém-nascidos, as malhas tendem a ser menos definidas. O contraste na coloração destes gatos leva até dois anos para desenvolver-se completamente. A base dos pelos é esbranquiçada e as pontas pretas, criando um contraste quando o gato se movimenta.
Melhor resposta

Boa Tarde!

Os murais do Antigo Egito apresentam gatos com pintas idênticas as do Mau Egípcio. A maioria dos gatos tem como antecessor o Gato Selvagem Africano, mas o Mau Egípcio é o que mais se assemelha ao seu parente selvagem. Ah, uma coisa que vale ressaltar é que “Mau” significa “Gato” em egípcio e não tem nenhuma relação com o personalidade do felino, afinal ele é um gato leal, inteligente, gracioso, elegante, dedicado e mais tranquilo que outras raças orientais. Esta raça mantém um apego muito especial e estreito com seus donos e tem um sentido familiar e tribal muito forte. A figura do seu dono é como se fosse o chefe de sua tribo e freqüentemente se atira no solo e roda em sinal de submissão.
Uma coisa que eu achei engraçada é que eles têm o hábito de beber água, não diretamente do potinho, mas fazendo um copinho com a mão e levando-a a boca.
As fêmeas tendem a ser menores que os machos. São gatos de tamanho médio e chegam a pesar quando adultos 4,5kg (machos) e 3,5kg (fêmeas). É encontrado em três cores: prata, bronze e fumaça-preta.

Os gatos desta raça foram desenvolvidos nos Estados Unidos, a partir de raças europeias.
Tendo-se apaixonado pelos gatos que ostentavam essas marcas, a princesa Troubetskoy obteve uma fêmea, no Cairo, e a acasalou com um gato italiano, produzindo dois filhotes. Em 1956, a princesa levou seus filhotes de Mau Egípcio para os Estados Unidos, onde a raça foi registrada e exposta pela primeira vez no ano seguinte.

Por ser oriundo do Cairo, possivelmente descende dos gatos sagrados do antigo Egito, cuja esfinge era mantida por todas as famílias como um deus do lar, foi considerado sagrado durante muito tempo e protegido pelo Estado, estando sua exportação proibida... só em 1950 os primeiros três exemplares da raça saíram do Egito da mão do Embaixador Egípcio na Itália.

Obrigado pela resposta, quanto à extinção da raça, esforços estão, SIM, sendo feitos para o retorno da raça, até com pesquisa genética.

Houve, até, uma enquete interessante na Super Interessante, sobre o Assunto, vale a pena pesquisar.
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