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Pergunta em aberto

Prezados, falem o que sabem sobre o ocelote.

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Respostas


Ocelote é o nosso querido Leopardus pardalis, que possui muitos nomes como: Jaguatirica, jacatirica, bracaiá, maracajá, gato-açu, gato-do-mato-grande ou simplesmente gato-do-mato.
Quantos nomes pra um só gatão, não?

Prezada, Boa Noite. Quando via os documentários americanos e ingleses sobre a vida animal, não fazia a conexão com a nossa jaguatirica, até que m dia pesquisando sobre a nossa jaguatirica, encontrei o nome (americanizado) ocelote, ou seja, como diz Você, o Nosso Gatão Brazuca, tomou ares estrangeiros e ficou pomposos e importante.

Jaguatirica, jacatirica, bracaiá, ocelote, maracajá, gato-açu, gato-do-mato-grande ou simplesmente gato-do-mato (nome científico:Leopardus pardalis) é um mamífero carnívoro da família Felidae e gênero Leopardus. São reconhecidas 10 subespécies, e o gato-maracajá (L. wiedii) é a espécie mais próxima da jaguatirica. Ocorre desde o sul dos Estados Unidos até ao norte da Argentina, mas já foi extinta em algumas regiões de sua distribuição geográfica. Habita todos os tipos de ambiente ao longo de sua distribuição geográfica, até cerca de 1200 m de altitude.

É um felídeo de porte médio com 72,6 e 100 cm de comprimento e pesa entre 7 e 15,5 kg. O padrão de coloração da pelagem é muito semelhante ao do gato-maracajá (L. wiedii) mas a jaguatirica é maior e possui a cauda mais curta. É um animal solitário, noturno, territorial e os machos possuem territórios que se sobrepõe sobre o de várias fêmeas. Alimenta-se principalmente de roedores, mas também de animais de porte maior como ungulados, répteis, aves e peixes. Caça à noite, formando emboscadas. Alcançam a maturidade sexual entre 26 e 28 meses de idade, e as fêmeas dão à luz geralmente um filhote por vez, com cerca de 250 g. Geralmente, filhotes nascem a cada 2 anos. Em cativeiro, a jaguatirica pode viver até 20 anos, mas na natureza vive metade disso.

A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais lista a jaguatirica como estado de conservação "pouco preocupante" e está incluída no apêndice 1 da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção. É o mais abundante dentre os felídeos sul-americanos, apesar das populações estarem decaindo. A situação de conservação varia, e é listada como "vulnerável" na Colômbia e Argentina. No Brasil, apenas a subespécie L. p. mitis é considerada em alguma categoria de ameaça. Já foi muito caçada por conta do comércio ilegal de peles e vendida como animal de estimação, mas a maior ameaça é a destruição e degradação do habitat. A sua beleza e relativa docilidade já fizeram com que a jaguatirica fosse desejada como um animal de estimação exótico. Por ser de porte relativamente menor, a espécie não traz problemas com ataques a seres humanos, mas pode causar problemas com ataques a galinheiros.
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© 2013 Sopa Team

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